Segunda-feira, 26 de Abril de 2010

Porque não Maria…(Simplesmente Maria !!)

 

 Quando se viu do lado de fora, tremeu , ao mesmo tempo que se abraçou com os próprios braços. A aragem fria, contrastava com o sorriso quente e  diabólico que tinha no rosto.

 A echarpe que lhe envolvia o pescoço esvoaçava levemente e  tocava-lhe  o cabelo escuro ,  rebelde e encaracolado.

O vestido era de cores indefinidas, justo e ligeiramente transparentes, os sapatos, pretos de saltos finos, davam-lhe um ar estilizado. Independente e dona do próprio nariz.

Maria sentia-se à vontade em todos os ambientes, onde a sua figura elegante resplandecia.

O sorriso chegava-lhe aos olhos, quando pensava no que tinha acontecido lá dentro...

Gostava de sexo, não o negava, sexo impessoal, sem compromissos e sabia muito bem o que queria…

Caminhava segura e cheia de si, não era uma ave nocturna, mas amava o perigo e a transgressão.

Nada a prendia, tinha muitos  amigos, mas ninguém lhe conhecia família , a morada muito poucos… 

 Conseguia driblar perfeitamente todos aqueles que tentavam segui-la, desaparecendo quando menos esperavam.

Atravessou a movimentada rua e chegou ao carro, entrou, tirou os sapatos e espreguiçou-se como uma gata. Trancou as portas, e encostou-se para trás para fumar um cigarro. Com um sorriso a bailar nos lábios, fechou os olhos e foi como se estivesse a ver-se numa tela .

Maria brincava com o copo na mão, ao mesmo tempo que pensava em pirar-se dali.

 Estas  reuniões , para onde  sempre era convidada, e aceitava sem saber porque, estavam cada vez mais chatas…

Sempre as mesmas caras, os mesmos assuntos, as mesmas brincadeiras, tudo muito previsível…

A única nota de diferença, era um homem que chegou bem mais tarde.

 Mas nada de mais… Não chegaram a ser apresentados, mas os olhares que trocaram, fez nascer uma antipatia quase instantânea.

Não só era bastante alto, como tinha um ar altivo, e uma beleza acima da media… Vestia fato e gravata, com o mesmo á vontade de quem vestia umas calças de ganga e ténis… 

O rosto tinha tanto de atraente como de pedante… os olhos de um verde escuro, profundo, davam-lhe um ar arrogante.

Por momentos, cruzaram olhares, e ele, olhou-a descaradamente de alto a baixo, e demoradamente para o decote generoso do vestido. O sorriso não chegava aos olhos.

Este tipo é um metido… pensava Maria  , que também não desviou o olhar, e propositadamente percorreu-o com os olhos de alto a baixo. Até que alguém falou com ele e o fez desviar o olhar.

Definitivamente para mim chega, vou embora pensou ela .

Foi á  mesa mais próxima para depositar o copo que tinha na mão, quando se cruza com ele, e ouve-o, quase como se falasse entre dentes :

-Linda!

Ela parou nesse momento.

- O que disse?

Com ar orgulhoso, os olhos continuavam sérios, quase ameaçadores. Olhou directamente nos olhos de Maria e com o mesmo ar sério voltou a repetir:

 - Linda...

O perigo daquele olhar atiçou-a, ali estava um adversário à sua altura. Foi acometida por uma vontade louca de provoca-lo, mas repentinamente, jogou a cabeça para trás, soltou uma sonora gargalhada, e deu meia volta na direcção da casa de banho , onde pretendia ir,  ir antes de sair dali.

Quando Mário trancou a porta,Maria  estava de costas, parecia distante enquanto se olhava ao espelho e retocava o batom .  

Sem uma palavra, abraçou-a por trás, depositando-lhe beijos no pescoço. Muito lentamente, ela virou-se, beijou-o, e ao mesmo tempo enfiou-lhe  a língua na  boca, enquanto ele lhe  passava a mão mo corpo, beijaram-se como  dois famintos …

Olharam-se olhos nos olhos... e ninguém disse nada!

Com perícia, Mário abre-lhe o fecho do vestido que lhe cai aos pés. Ela usava uma lingerie  de renda preta, minúscula que lhe despertou os sentidos.

 Aproximou-se mais, e começou a beija-la, beijando tudo que tinha há sua frente e enfiando a mão por dentro da roupa interior, ela não reclamava, não fazia nada para evitar

As mãos dela, procuraram o caminho para lhe abrir o fecho das calças, começou a despi-lo rapidamente, Mário  já estava seminu e Maria constatou  como ele estava duro …Enquanto entregava o peito naquele corpo rijo e peludo de homem. Meteu a perna atrevidamente entre as pernas dele, mexendo os quadris.

Um perfeito estranho...

Mário, corria a mão pelas coxas de Maria  ,  e lambia-lhe  a cara e o pescoço com a língua fogosa, de cima para baixo, quase com reverencia. Coloca os seios na  boca ,, saltando de um para outro ao mesmo tempo que suavemente lhe mordiscava os mamilos.

 Notava-se a respiração acelerada enquanto lhe os  saboreava com volúpia .Ele foi abrindo caminho, mantendo um ritmo certo.

Encostou-a e prendeu-a com um dos braços contra a parede, percorre-lhe o corpo com a sabedoria de um mestre. Desenhou-lhe o corpo com a língua ,  fazendo-a  gemeu de prazer.

Mas não o fez de maneira selvagem, ao contrário foi bastante cortês. Com requinte e sabedoria apoderou-se igualmente de todas as partes, sem rejeitar um único bocadinho por mais insignificante que fosse.

Sugou-me os lábios carnudos, suspirou deliciado e levando-a á loucura.

Quando lhe mordiscava o ventre, gemeu alto. Ao passar a língua pelas coxas de Maria, ela quase perdeu a compostura.   

Não teve tempo para parar e pensar …  sentiu a pele queimar quando os beijos dele estavam a tomar conta de toda o seu corpo, estremeceu de prazer e quase gritou quando sentiu a língua dele  seguir um único caminho possível… as  pernas foram afastadas sem defesa Com volúpia saboreia, brinca, não deixando nada por fazer…arrancou dela tudo o que queria.

Ela  virou-se  e rapidamente  trocaram de lugar, agora estava ele  encostado … quando sentiu a boca dela totalmente no seu sexo não resistiu e puxou-a para si, e....gemia de  prazer.

Maria, nem nota quando ele a levanta, só sente a pedra fria da bancada da casa de banho, debaixo do traseiro, onde Mário a sentou e a puxou para  a beirinha…

Sentiu que aquele era o momento, penetrou-a bem devagarinho, só que no ponto em que ambos estavam, não podiam reter-se por muito tempo. Começaram num vai e vem frenético até que ambos não conseguindo conter-se mais, gritaram de prazer..

Comeu-a…

Comeu-o…

Comeram-se com requinte...

Em silêncio, olharam-se….

Cataram algumas peças de roupa do chão, Maria já estava vestida

Encostado á bancada da casa de banho, Mário puxa um cigarro

-Fumas?

- Só quando quero, respondeu-lhe ela insolente.

Abriu a porta e saiu sem olhar para trás…

 

 

 

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publicado por Saia-Justa às 11:46
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